quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Algumas dicas de como utilizar o seu computador sem medo de "ser feliz"

Passeando na net, achei o video que segue abaixo, dando dicas de como utilizar o seu PC sem medo de quebrá-lo. Não é tão fácil assim quebrar um computador, mas há quem diga que sim. Mas  o que falta na verdade é a prática associada ao conhecimento das funções que o computador ligado a internet pode fazer. Desconfigurar um trabalho, virar todo os comandos do PC de cabeça para baixo, perder trabalhos,fotos,  arquivos, antes que isso aconteça com você e se descabele, ficando com raiva do mundo e se achando o pior dos seres humanos, como já aconteceu comigo veja essas dicas. não há nada de genial, o extraordinário da situação é ir aos poucos descobrindo como o seu "enfeite" lhe pode ser útil e divertido, além de poder economizar tempo e ganhar dinheiro, sem sair de casa. Bom isso, né?
Segue link:
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Tecnologia ou metodologia?

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De que adiantou entupir a escola de tecnologia se a metodologia não mudou? Neste caso a professora adaptou a tecnologia a sua prática pedagógica, assim tornando um material de grande utilidade  e valia em "nada".

Será que estamos preparados para tanta tecnologia?

São tantas as tecnologias que não sabemos nem por onde começar, tvs,dvs,cds,rádios,computadores, revistas, celulares,tablets, calculadoras...  E a cada dia que passa mais instrumentos são lançados no mercado, uma infinidade, e qual delas sabemos manusear corretamente, sem nos embarraçarmos? Mal acabamos de "desembrulhar" o pacote o mercado já lança uma novidade. E a formação para tudo isso? Como a familia e a escola acompanham tudo isso? Será que acompanham?  Os professores quando mal acabam de participar de uma formação para uma determinada ferramenta, já tem outra em circulação e que chegam geralmente nas escolas através das crianças e não dos mestres. Não quero aqui dizer que isso seja ruim, e que o aluno não tem que saber de nada, só o professor sabe, não, não é isso, mas fica claro a disparidade entre o que está dentro da escola e o que está "fora".  É preciso pensarmos e muito mais do que isso estudarmos mais e deixarmos a nossa curiosidade aflorar, sem fronteiras ou limites, pois acredito que muito do que esteja falteando seja isso.

Segue o link de um video abaixo para reflexão

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A emergência do ciberespaço e as mutações culturais

O que fazer quando um aluno é viciado em internet?

Segundo Telma Vinha, especialista em Psicologia Educacional da Universidade de Campinas(UNICAMP), controlar o tempo que a criança fica na internet é dever  dos pais , mas o problema passa a ser da escola também  se estudante apresentar queda no desempenho,sonolência e problemas  de socialização, ou se acessar sites inapropriados ree socializá-los com a turma, Nessas situações, a mesma sugere uma conversa inicial como aluno para mostrar pocupações  e envolvê-lo na busca por soluções . Se achar necessário também chame os pais  e divida  responsabilidades. Cabe aos pais manter o computador em local visivel, controlar o tempo de uso e estimular os filhos a praticar outras atividades. A escola pode propor projetos  e discussões  sobre o mundo cibernético: amizades virtuais, exposição da intimidade etc. A parceria com os pais é válida para orientá-lo acompanhar os progressos do aluno e ver se é preciso ajuda profissional.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A Razão pela qual as emissoras de tv atacam os Games

Televisão VS Internet & Games


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Tempo atrás, em 2007, a universidade aonde estudo contratou um grande educador desse país para dar uma palestra. Lembro que durante a palestra houve uma sessão de perguntas da plateia e um universitário perguntou quando a mentalidade do povo brasileiro iria mudar. O palestrante respondeu a questão e em seguida enfatizou: "As paixões vazias de um povo diminui com o aumento do nível cultural". Em outras palavras, tudo que motiva a população de um país mas não traz retorno algum a sociedade tende a sumir com o seu crescimento intelectual, como o futebol, o carnaval, as novelas, entre outros. Não era a primeira vez que escutava essa afirmação. Já havia lido em algumas revistas e livros que quanto maior o patamar cultural de uma civilização, menor será o efeito do "pão e circo" sobre ela. Isso não significa que as pessoas deixaram de gostar de esportes, novelas ou carnaval, extinguindo-os do nosso cenário social por completo. Significa que eles não terão tanta importância ou influencia sobre nossa nação, serão colocados sempre para segundo, terceiro, quarto plano???.

Quatro anos depois, aqui estamos nós em 2011. De 2007 para cá, a Educação no Brasil cresceu muito, embora não esteja ainda numa condição ideal, ela está evoluindo consideravelmente a cada ano. Assumindo esse aspecto , poderíamos dizer então que houve uma diminuição no interesse no quadro das práticas de "pão e circo"?

Se você fosse tomar as redes sociais como parâmetro para responder essa pergunta, sua resposta provavelmente seria NÃO. Basta acessar o Twitter para encontrar nomes de jogadores de futebol no Trending Topics. No Orkut, a rede social mais acessada (e em decadência) no Brasil, mostra no rank das comunidades de futebol como aquelas com mais membros e participação. Nos portais da internet, uma das sessões mais clicadas é o resumo das novelas. Todos esses fatores reunidos levaria qualquer um a crer que um efeito inverso ocorre no Brasil, ou seja, quanto maior o nível cultural, maior a influência de paixões vazias.

No entanto, com uma investigação maior, encontramos um "x" nessa equação que não se encaixa. Se estiverem todos assistindo jogos de futebol, novelas e todas as outras praticas de massificação, por que a audiência desses meios de entretenimento são a mais baixa desde do advento da televisão? Ã exatamente nesse ponto que começa o nosso duelo descrito no título.

Os institutos de pesquisas descobriram que as pessoas dão importância para esses elementos, contudo, poucas colocam como prioridade. O telespectador fiel de antigamente não existe mais. Segundo o IBOPE, os dois principais culpados são: Internet e Vídeo Games. Para vocês terem noção da proporção que esse conjunto alcançou, desde do dia 10 de janeiro desse ano, o segundo lugar na audiência do horário nobre não é atribuído a Rede Record como muitos pensam. O Segundão pertence a Internet e aos Video Games. As pessoas passaram a desligar a Tv e começaram a acompanhar os acontecimentos pela internet. Por exemplo, no inicio dos anos 90, quando a Internet era um artigo de luxo e vídeo games estavam ainda em processo de estabelecimento no mercado, Rede Globo e SBT tinham uma audiência tão incrível que a média do horário nobre era o que hoje somente os picos de audiência mais espetaculares conseguem alcançar. O capítulo da novela e o jogo de futebol era sagrado, era uma prioridade. Atualmente, a maioria das pessoas que acompanham as novelas ou assistem os jogos de futebol, que sempre foram os carros-chefes das emissoras, não colocam isso como preferencia primaria. Se for possível assistir, eles assistem, senão olham o resumo na internet no outro dia. Além do que, a falta de inovação da TV Aberta Brasileira está no seu ápice, já a Internet e os vídeo games não sofrem desse mal, tornando-os muito mais atrativos.

à essa disputa desleal que ocorre entre meia-dúzia de cabeças pensantes da Televisão contra milhões de mentes que criam a Internet e a genialidade dos autores da indústria dos games, que os executivos das emissoras já perceberam que não há como ganhar sem "trapacear". De forma análoga, seria como uma corrida que ainda não está no fim mas já podemos apontar vencedores e a TV com certeza não está no pódio. Esse avanço desenfreado incomoda tanto as emissoras de TV que algumas táticas para frear o crescimento da internet já são comuns na telinha. Resolvi listar as cinco principais:

Reportagens e especiais nos telejornais, acusando a internet e os vídeo games com intuito de desmoralizar esses meios de entretenimento e comunicação.
Copiando tudo que faz sucesso na Internet (principalmente nos Blogs de maiores destaques), sem creditar.
Trazendo webcelebridades para televisão, como aconteceu com o Felipe Neto que foi para Globo, comentar futebol. (Abrindo um gancho, vejo muitas pessoas perguntando sobre isso "o que o felipe neto foi fazer na Globo num programa de esportes?". Acho que a resposta pode ser o fato da audiência do paulistão ser a pior de todos os tempos. Precisam de uma pessoa que influencie as demais a voltarem a assistir futebol. O que será da Globo sem futebol ou novela? No que eles irão apostar? No Faustão? Na Zorra Total? Ã risível).
Enfatizar que nada na Internet é confiável.
Lançar notícias falsas dizendo que tal programa foi um espetáculo de audiência enquanto os institutos apontam o contrário.
Grandes futurólogos (estudiosos que analisam tendências) dizem que em menos de 10 anos a Internet irá substituir a Televisão, algo semelhante o que aconteceu com a Televisão e o rádio. Essa mudança causa dor de cabeça em muita gente que deseja que tudo continue como está. Ã uma inversão benéfica para a população porque com a Internet no topo ninguém estará escolhendo o que você deve assistir. Na internet quem manda é você. Você decide o que quer ver, ao contrário do que acontece na Televisão, onde te enfiam goela abaixo qualquer porcaria.

Perguntamos ao leitor: Você acha que essa mudança trará progresso ao povo brasileiro? Se você tivesse que escolher apenas um, quem você escolheria: Internet/Games ou Televisão?

por jepe87, fonte: Ahduvido
Encontrado em: http://www.gamevicio.com/i/noticias/81/81649-a-razao-pela-qual-as-emissoras-de-tv-atacam-os-games/index.html

sábado, 17 de setembro de 2011

O que é software livre



O que é software livre

Software Livre, ou Free Software, conforme a definição de software livre criada pela Free Software Foundation, é o software que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição. A forma usual de um software ser distribuído livremente é sendo acompanhado por uma licença de software livre (como a GPL ou a BSD), e com a disponibilização do seu código-fonte.
Software Livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante os direitos autorais do programador/organização. O segundo caso acontece quando o autor do software renuncia à propriedade do programa (e todos os direitos associados) e este se torna bem comum.

Richard Stallman
 
O Software Livre como movimento organizado teve início em 1983, quando Richard Stallman (foto acima) deu início ao Projeto GNU e, posteriormente, à Free Software Foundation.
Software Livre se refere à existência simultânea de quatro tipos de liberdade para os usuários do software, definidas pela Free Software Foundation. Veja abaixo uma explicação sobre as 4 liberdades, baseada no texto em português da Definição de Software Livre publicada pela FSF:
As 4 liberdades básicas associadas ao software livre são:
  • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
  • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
  • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
  • A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
Um programa é software livre se os usuários tem todas essas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão, uma vez que esteja de posse do programa.
Você deve também ter a liberdade de fazer modifcações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.
A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.
A liberdade de redistribuir cópias deve incluir formas binárias ou executáveis do programa, assim como o código-fonte, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.
Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre.


CAMPOS, Augusto. O que é software livre. BR-Linux. Florianópolis, março de 2006. Disponível em <http://br-linux.org/linux/faq-softwarelivre>. Consultado em 17/09/2011