quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A Razão pela qual as emissoras de tv atacam os Games

Televisão VS Internet & Games


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Tempo atrás, em 2007, a universidade aonde estudo contratou um grande educador desse país para dar uma palestra. Lembro que durante a palestra houve uma sessão de perguntas da plateia e um universitário perguntou quando a mentalidade do povo brasileiro iria mudar. O palestrante respondeu a questão e em seguida enfatizou: "As paixões vazias de um povo diminui com o aumento do nível cultural". Em outras palavras, tudo que motiva a população de um país mas não traz retorno algum a sociedade tende a sumir com o seu crescimento intelectual, como o futebol, o carnaval, as novelas, entre outros. Não era a primeira vez que escutava essa afirmação. Já havia lido em algumas revistas e livros que quanto maior o patamar cultural de uma civilização, menor será o efeito do "pão e circo" sobre ela. Isso não significa que as pessoas deixaram de gostar de esportes, novelas ou carnaval, extinguindo-os do nosso cenário social por completo. Significa que eles não terão tanta importância ou influencia sobre nossa nação, serão colocados sempre para segundo, terceiro, quarto plano???.

Quatro anos depois, aqui estamos nós em 2011. De 2007 para cá, a Educação no Brasil cresceu muito, embora não esteja ainda numa condição ideal, ela está evoluindo consideravelmente a cada ano. Assumindo esse aspecto , poderíamos dizer então que houve uma diminuição no interesse no quadro das práticas de "pão e circo"?

Se você fosse tomar as redes sociais como parâmetro para responder essa pergunta, sua resposta provavelmente seria NÃO. Basta acessar o Twitter para encontrar nomes de jogadores de futebol no Trending Topics. No Orkut, a rede social mais acessada (e em decadência) no Brasil, mostra no rank das comunidades de futebol como aquelas com mais membros e participação. Nos portais da internet, uma das sessões mais clicadas é o resumo das novelas. Todos esses fatores reunidos levaria qualquer um a crer que um efeito inverso ocorre no Brasil, ou seja, quanto maior o nível cultural, maior a influência de paixões vazias.

No entanto, com uma investigação maior, encontramos um "x" nessa equação que não se encaixa. Se estiverem todos assistindo jogos de futebol, novelas e todas as outras praticas de massificação, por que a audiência desses meios de entretenimento são a mais baixa desde do advento da televisão? Ã exatamente nesse ponto que começa o nosso duelo descrito no título.

Os institutos de pesquisas descobriram que as pessoas dão importância para esses elementos, contudo, poucas colocam como prioridade. O telespectador fiel de antigamente não existe mais. Segundo o IBOPE, os dois principais culpados são: Internet e Vídeo Games. Para vocês terem noção da proporção que esse conjunto alcançou, desde do dia 10 de janeiro desse ano, o segundo lugar na audiência do horário nobre não é atribuído a Rede Record como muitos pensam. O Segundão pertence a Internet e aos Video Games. As pessoas passaram a desligar a Tv e começaram a acompanhar os acontecimentos pela internet. Por exemplo, no inicio dos anos 90, quando a Internet era um artigo de luxo e vídeo games estavam ainda em processo de estabelecimento no mercado, Rede Globo e SBT tinham uma audiência tão incrível que a média do horário nobre era o que hoje somente os picos de audiência mais espetaculares conseguem alcançar. O capítulo da novela e o jogo de futebol era sagrado, era uma prioridade. Atualmente, a maioria das pessoas que acompanham as novelas ou assistem os jogos de futebol, que sempre foram os carros-chefes das emissoras, não colocam isso como preferencia primaria. Se for possível assistir, eles assistem, senão olham o resumo na internet no outro dia. Além do que, a falta de inovação da TV Aberta Brasileira está no seu ápice, já a Internet e os vídeo games não sofrem desse mal, tornando-os muito mais atrativos.

à essa disputa desleal que ocorre entre meia-dúzia de cabeças pensantes da Televisão contra milhões de mentes que criam a Internet e a genialidade dos autores da indústria dos games, que os executivos das emissoras já perceberam que não há como ganhar sem "trapacear". De forma análoga, seria como uma corrida que ainda não está no fim mas já podemos apontar vencedores e a TV com certeza não está no pódio. Esse avanço desenfreado incomoda tanto as emissoras de TV que algumas táticas para frear o crescimento da internet já são comuns na telinha. Resolvi listar as cinco principais:

Reportagens e especiais nos telejornais, acusando a internet e os vídeo games com intuito de desmoralizar esses meios de entretenimento e comunicação.
Copiando tudo que faz sucesso na Internet (principalmente nos Blogs de maiores destaques), sem creditar.
Trazendo webcelebridades para televisão, como aconteceu com o Felipe Neto que foi para Globo, comentar futebol. (Abrindo um gancho, vejo muitas pessoas perguntando sobre isso "o que o felipe neto foi fazer na Globo num programa de esportes?". Acho que a resposta pode ser o fato da audiência do paulistão ser a pior de todos os tempos. Precisam de uma pessoa que influencie as demais a voltarem a assistir futebol. O que será da Globo sem futebol ou novela? No que eles irão apostar? No Faustão? Na Zorra Total? Ã risível).
Enfatizar que nada na Internet é confiável.
Lançar notícias falsas dizendo que tal programa foi um espetáculo de audiência enquanto os institutos apontam o contrário.
Grandes futurólogos (estudiosos que analisam tendências) dizem que em menos de 10 anos a Internet irá substituir a Televisão, algo semelhante o que aconteceu com a Televisão e o rádio. Essa mudança causa dor de cabeça em muita gente que deseja que tudo continue como está. Ã uma inversão benéfica para a população porque com a Internet no topo ninguém estará escolhendo o que você deve assistir. Na internet quem manda é você. Você decide o que quer ver, ao contrário do que acontece na Televisão, onde te enfiam goela abaixo qualquer porcaria.

Perguntamos ao leitor: Você acha que essa mudança trará progresso ao povo brasileiro? Se você tivesse que escolher apenas um, quem você escolheria: Internet/Games ou Televisão?

por jepe87, fonte: Ahduvido
Encontrado em: http://www.gamevicio.com/i/noticias/81/81649-a-razao-pela-qual-as-emissoras-de-tv-atacam-os-games/index.html

sábado, 17 de setembro de 2011

O que é software livre



O que é software livre

Software Livre, ou Free Software, conforme a definição de software livre criada pela Free Software Foundation, é o software que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição. A forma usual de um software ser distribuído livremente é sendo acompanhado por uma licença de software livre (como a GPL ou a BSD), e com a disponibilização do seu código-fonte.
Software Livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante os direitos autorais do programador/organização. O segundo caso acontece quando o autor do software renuncia à propriedade do programa (e todos os direitos associados) e este se torna bem comum.

Richard Stallman
 
O Software Livre como movimento organizado teve início em 1983, quando Richard Stallman (foto acima) deu início ao Projeto GNU e, posteriormente, à Free Software Foundation.
Software Livre se refere à existência simultânea de quatro tipos de liberdade para os usuários do software, definidas pela Free Software Foundation. Veja abaixo uma explicação sobre as 4 liberdades, baseada no texto em português da Definição de Software Livre publicada pela FSF:
As 4 liberdades básicas associadas ao software livre são:
  • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
  • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
  • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
  • A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
Um programa é software livre se os usuários tem todas essas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão, uma vez que esteja de posse do programa.
Você deve também ter a liberdade de fazer modifcações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.
A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.
A liberdade de redistribuir cópias deve incluir formas binárias ou executáveis do programa, assim como o código-fonte, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.
Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre.


CAMPOS, Augusto. O que é software livre. BR-Linux. Florianópolis, março de 2006. Disponível em <http://br-linux.org/linux/faq-softwarelivre>. Consultado em 17/09/2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Compreendendo o contexto contemporâneo

O individuo nasce,cresce e muitas vezes, permanece no mesmo ambiente. Todavia, o fato desse homem ao longo da sua vida não migrar para outros lugares, não significa que não tenha ou não possa mudar o seu comportamento, as suas atitudes, o seu modo de pensar e agir. Num sentido amplo, a escola tem na vida desse homem um papel fundamental, pois terá que inseri-lo em vários contextos, tornando-o um ser em busca de identidades.
O ser humano é um individuo multifacetado, isto é, cheio de "faces" e talvez de identidades, pois a vida é ou está , não sei bem, dividida em" episódios", e para cada um deles buscamos uma nova roupagem, uma identidade. Entretanto, não se sabe também quanto tempo esta irá perdurar. Porque existe no homem uma necessidade imensa por uma identidadade, pois essa segundo Zigmunt Bauman, não herdamos, construimos, isto talvez explique  essa incessante procura, caça.
Cada identidade é contruida a partir de muitas ramificações, de uma pluralidade infinita de tempos, histórias, sendo essas histórias de seres vivos e de sociedades. Nessa perspectiva de transformações constantes, o homem deve ter em mente a complexidade do emaranhado de ações e interações em que vivemos, em consequencia da crise dos saberes  e das habilidades do "novo tempo". Esse contexto exige  desse ser várias adaptações,modos de vida, novas subjetividades,novas formas de pensamento, de relaçoes sociais e ambientais. Não há mais tempo para permanecer estático, quieto, "dormir no ponto"?  Nem pensar! Como cantou o  Dorival Caym, "Eu nasci assim, eu cresci assim,e serei sempre assim..." Essa maneira simplista de viver  a vida, não cabe mais, há uma dinãmica que " emana" os nossos comportamentos. No entanto, talvez seja essa"ebolição" que a escola não acompanhe ao ritmo estagnado, o qual verificamos que resulta na não preparação de crianças e jovens para a complexa sociedade atual.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

desafio

Nunca fui muito amante dos novos desafios tecnolǵicos, mas agora me vejo quase que encurralada. Talvez a saída antes do horário se tenha dado como uma forma de fuga. Não sei...  Sei que estou meio que apavorada, senhas, email, internet, blog,comunidades virtuais... Ainda sou do tempo dos bilhetes,cartas e cartões, todos entregues por entregues pessoas ou seja em mãos.